sábado, 2 de julho de 2011

A Dita é Dura

O que mata não são as armas de fogo

O que mata é o vale tudo desse jogo

Onde a farsa dessa alegoria

Que chamamos de democracia

Quando na verdade a dita é dura

E priva as gerações presente e futura

Dos direitos mais elementares

A ponto de jogar para os ares

O escrito da constituição

Matando o sonho e o cidadão.

Antes que morra a frágil liberdade

Pelas as armas da impunidade

Que permitem pelo dinheiro

Subjugar o povo brasileiro

À miséria e fome – armas fatais

Num país de tantas riquezas naturais

De tanta gente boa e honesta

Nas mãos de gente que não presta

Antes de querer desarmar a nação

É preciso, sobretudo, desarmar o coração.

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